Eu recebi um e-mail bem interessante do meu amigo Luis Fernando esses dias, e achei que como eu conheço muita gente que bebe seria uma boa compartilhar. Quanto a veracidade da história, acho que ninguém pode garantir, mas que tem todo sentido e é muito interessante, isso eu posso garantir para vocês. Segue abaixo:
“Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
– O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado. Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o ‘azedo’ do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome ‘PINGA’. Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ‘ÁGUA-ARDENTE’. Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.”
História contada no Museu do Homem do Nordeste.
Não basta somente beber, tem que conhecer.
Abraços,
NOOOOOOOSSSSSSAAAAAA… hahahahahaha
obrigada por me colocar na sessão celular do seu blog! rs
bjo bjo
cara, essa foto minha com a tequila é um classico.. tenho ela até hoje kkkk